quarta-feira, 28 de outubro de 2009
XIV Jornadas da Comunicação
Na primeira reunião foi eleita a Comissão Organizadora do evento, sendo esta:
Beatriz Cruz (3ºJC) - Coordenadora
Ricardo Coelho (3ºJC) - Sub-Coordenador
Ana Tavares (3ºJC) - Secretária
Susana Serra (2ºJC) - Tesoureira.
Neste momento estão a ser propostos temas para as mesmas jornadas.
Novas informações para breve.
A Comissão
domingo, 8 de março de 2009
domingo, 15 de fevereiro de 2009
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Precariedade no Jornalismo
Actualmente o profissional da área do jornalismo passa por uma situação precária. Todos os dias aparecem novas notícias acerca das condições desfavoráveis a que os jornalistas (especialmente os recém-formados) se têm que submeter de forma a poderem exercer a sua profissão.
Quantos não serão os jornalistas que, por medo, ignorância ou falta de vontade, se “escondem” em condições de precariedade de forma a defenderem-se do desemprego?
Um dos casos mais falados e bastante presente na memória é o do jornal “O Primeiro de Janeiro”
É desta forma que os profissionais da área jornalística são tratados, pressões administrativas, a receberem um preço por cada peça que escrevem e por vezes com pouca liberdade de imprensa.
Proposta de Convidados:
João Pacheco - Jornalista
José Alberto de Azeredo Lopes - Presidente da ERC
domingo, 14 de dezembro de 2008
Sistemas mediáticos ibéricos - Tão perto, mas tão longe
Factos como a multiplicidade linguística, induziram a uma descentralização e uma autonomia comunitária na Espanha, que ainda hoje é praticamente inexistente em Portugal, o qual centra todo um país na sua capital.
Em Espanha, o número de jornais, rádios e estações televisivas existentes que atingem um elevado nível de pluralidade e difusão, é bastante extenso. O que leva a que o conceito de imprensa diária regional e local se torne numa realidade do sistema mediático. Em Portugal a ausência de média com audiência nacional, que não seja sediada em Lisboa tornou-se uma constante, e apenas o Jornal de Notícias e O Jogo, conseguem ultrapassar as barreiras da sua região.
Este debate foi proposto para que possamos compreender a realidade jornalística espanhola e portuguesa, mas também as rotinas produtivas utilizadas em ambos os países, aperfeiçoando-se ainda os sistemas mediáticos.
Javier Fernández Arribas – Director dos Serviços Informativos de Punto Radio, Madrid
J. M. Nobre Correia - Mediólogo, professor na Université Libre de Bruxelles
OBERCOM
Cesário Borga - Ex-Correspondente da RTP em Madrid
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
«Rebranding: uma necessidade de inovação»

Proposta Temática:
Também chamado de reposicionamento, o Rebranding é o processo pelo qual um bem ou serviço de uma empresa, com uma determinada marca, é apresentado ao mercado com uma nova identidade. Todo este processo envolve mudanças, sejam elas radicais ou meramente superficiais, no que diz respeito ao logótipo da marca, ao nome da marca, à imagem, à estratégia de marketing e à publicidade.
O processo também pode ser feito intencionalmente (por exemplo, como resultado de uma deliberada mudança na estratégia), ou como resultado de dinâmicas reactivas não planeadas e emergentes (como é o caso da necessidade de reconstrução da empresa, da sua identidade corporativa).
O Rebranding deve ser sempre o reflexo da organização e não uma projecção daquilo que a mesma pretende ser.Num mercado onde o capital de marca assume cada vez uma maior importância, torna-se imprescindível que a imagem da empresa acompanhe as tendências e evolua no sentido da aproximação com o consumidor.
Proposta de Convidados:
Ana Paula Marques, directora de marketing particulares e comunicação da OPTIMUS
Euro RSCG (responsável pelo projecto da OPTIMUS) Hélder Pombinho, Director Criativo de Design da Euro RSCG Design & Arquitectura (Agência que fez o Rebranding da Optimus)
Brandia Central (responsável pelo Rebranding do Multibanco, MB Net e TeleMB)
Rita Oliveira, directora-geral da Shift
Marta Outeiro Moutinho Teixeira Pimentel (autora do livro Rebranding – como aproximar uma marca do consumidor)
Grupo responsável:
Luís Silva
Lúcia Calado
Patrícia Marcos
Ricardo Coelho
Sílvia Glória
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
“Google: ferramenta de pesquisa para os jornalistas”

Proposta Temática:
As novas tecnologias permitem uma diferente apresentação das notícias, o que faz com que muitos leitores optem pela simplicidade da internet. Esta ferramenta provocou alterações profundas no campo do jornalismo, modificando o trabalho produtivo e a rotina diária. Certamente que a utilização desta tecnologia trouxe uma maior autonomia aos jornalistas, pois funciona como uma fonte permanente de informações e suaviza as barreiras do espaço e do tempo.
O aparecimento dos motores de busca possibilitou o acesso rápido e eficaz à informação, tal como, o “Google” que é um dos recursos mais utilizados no universo on-line.
Pretendemos assim, compreender de que forma os jornalistas o utilizam como ferramenta de pesquisa e de que modo este motor de busca agiliza e influência a pesquisa do jornalista. A veracidade da informação contida no Google, as vantagens e contrapartidas da ferramenta de busca, são alguns dos objectivos a atingir neste encontro. Será que o Google causa perda de espírito de informação? Será uma forma de enriquecimento da informação? Como é que os jornalistas utilizam o Google?
Proposta de Convidados:
Helena Garrido (subdirectora do “Jornal de Negócios”)
António Granado (editor do “publico.pt”)
Teresa Alves (coordenadora online da TSF)
Grupo responsável:
Beatriz Cruz
Joana Fistilla
Marta Bagão
Sónia Assunção
Susana Cruto
Andreia Ventura
Publicidade 3D: Uma nova realidade
Proposta temática: Cada vez mais, no nosso dia-a-dia somos “bombardeados” pela publicidade, seja na rua, em casa, nos supermercados, etc. Esta publicidade toda leva a que o consumidor e os próprios clientes sejam mais exigentes no produto final.
É assim, uma técnica de comunicação que tem como objectivo dar a conhecer e valorizar uma Marca. Contribui para a sua experimentação, consumo, adesão, fidelização. Dirige-se a um público específico que são os potenciais consumidores ou utilizadores. Visa o consumidor final. A publicidade não vende, ajuda a vender e é um dos elementos que faz com que a marca (produto/serviço/instituição) seja a escolhida.
Ate mesmo os profissionais liberais, como médicos, engenheiros, divulgam por meio dela, os seus serviços; os artistas anunciam a suas exposições, os seus discos, os seus livros, etc …, a própria ciência vem utilizar os recursos da publicidade, promovendo as suas descobertas e os seus congressos por meio de cartazes, revistas, jornais, filmes, Internet e outros. 
Para responder a expectativa dos clientes a publicidade sente a necessidade de inovar, renovar os seus métodos, para deste modo tornar-se mais ousada e original. Assim nasce a publicidade 3D.
Um tipo de publicidade que pretende dar volume e dimensão aquela publicidade tradicional que denominamos de publicidade estática.
Pretendemos assim neste debate abordar questões sobre este novo futuro da publicidade. Saber ate que ponto este tipo de publicidade se torna mais fiável para os consumidores? Como os afecta no seu dia-a-dia? Visto que cada vez mais a publicidade faz parte do nosso quotidiano e cada vez mais somos invadidos por ela.
Em contra partida, será esta publicidade utilizada diariamente? Ou apenas em situações especiais/comemorativas?
Sendo os dias de hoje cada vez mais tecnológicos e rigorosos, ate que ponto a publicidade a três dimensões vigará neste mercado cada vez mais competitivo, no qual as sociedades têm uma participação activa e exigente.
Proposta de Convidados:
Rui Santos – criador de animação 3D
BBDO Portugal (Pedro Bidarro) – agência publicitária
Opal Publicidade S.A – agência publicitária
Grupo Responsável:
Andreia Ventura
Helena Velhinho
Lúcia Calado
Neuza Rosa
Sandra Moutinho
Susana Serra
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
Marketing Guerrilha: o futuro da publicidade?

Proposta temática:
O conceito de Marketing Guerrilha surge associado à guerrilha bélica, ou seja, um tipo de guerra não convencional, prática e flexível, na qual a principal estratégia é a ocultação e fácil mobilidade dos guerrilheiros.
Na maioria das vezes, este tipo de marketing é utilizado por pequenas empresas com recursos financeiros limitados, de forma a fazer frente às grandes empresas. Utilizando a rua como espaço de propaganda, foge aos media tradicionais reduzindo fortemente os custos.
Actualmente, segundo a opinião de estudiosos, existem muitos media e “é sempre a mesma coisa” Existem muitas publicidades na Televisão, outdoor, jornais, Internet, rádio onde as pessoas já não prestam atenção. Neste sentido, o Marketing de Guerrilha ajuda as empresas a criarem uma experiência capaz de gerar atenção e envolver as pessoas. Os consumidores podem participar das acções e interagir. É uma forma de criar um diálogo, diferente de uma mensagem unilateral dos meios tradicionais. Este tipo de publicidade tem também como objectivo chocar o público numa tentativa de não deixar ninguém indiferente.
Tentaremos primeiramente que este tema seja apresentado numa palestra, pois pretende-se que, especialistas da área, venham esclarecer melhor este tema, nomeadamente como apareceu em Portugal, onde pode ser encontrado, como se faz e se possível a apresentação de certas criações da empresa convidada. Se tal não for possível, passaremos para debate, onde será direccionado para outro sentido.
No que se refere ao debate, temos como objectivo descobrir até que ponto, ou não, este método é vantajoso a todos os níveis, tais como: custo e audiência. Outro dos factores é a questão da Ética, serão demasiadamente fortes e chocantes alguns dos conteúdos utilizados no marketing guerrilha? De que forma estão as empresas portuguesas a reagir a este novo tipo de publicidade. Olham com desconfiança, ou aderem cada vez mais?
Possíveis Convidados:
Membros da Torke Stunt agência de Publicidade:
• André Rabanea
• Pedro Alegria
Membros da Bazooka agência de marketing de guerrilha
Grupo Responsável:
Ana Matilde
Ana Tavares
Carolina Redol
Cristina Peralta
Flávio Miranda
Marco Ferreira


